A sede da TEFL, encontra-se fechada devido a um imbróguio judicial (inventário), impossibilitando a realização de atividades espirituais. Assim que o imbróguio for resolvido, será divulgado a retomada das atividades em nosso site.

Segue abaixo, atividades que eram realizadas na TEFL:

 

GIRA DE EXÚ : É uma sessão pública, na qual as entidades que trabalham neste nível energético principiam com uma descarga de todos que estão presentes, utilizando seu principal elemento de trabalho: o FOGO.  Após a descarga,as pessoas poderão consultar-se com as entidades que escolherem. Os Exús, aqui na T.E.F.L, atendendo aos que vem em busca de ajuda, alcançam uma melhor evolução espiritual.


GIRA CIGANA : Esta gira foi introduzida no elenco de atividades da T.E.F.L, por determinação de sua Cúpula Espiritual Dirigente, abrindo a oportunidade de trabalho ás Entidades Ciganas na casa umbandista.

Através da Linha do Oriente,tais entidades orientam o seu trabalho para a cura material e espiritual dos irmãos encarnados. Possuem características rituais próprias, fundamentadas na energização de aromas, cores e alimentos. A música e a dança são de extrema importância para os trabalhos que realizam. São entidades que transmitem a esperança e a alegria, envolvendo a todos que as procuram nas suas vibrações sutis. Sua entidade máxima é Santa Sarah Khali (Khali no idioma cigano significa: negra) que é homenageada em 24 de Maio.


DESCARGA GERAL COM CABOCLOS: Sessão pública em que todos os presentes participam de uma corrente sob a responsabilidade dos Caboclos incorporados em seus médiuns.Após a descarga, podem ser feitas consultas com os Caboclos.


CONSULTAS COM PRETOS VELHOS: Sessão pública de consultas com o Preto Velho que escolherem.


PRECES PARA OS DESENCARNADOS: É uma sessão pública utilizando a mesa em que o grupo mediúnico faz a leitura e o comentário de um texto espiritualista de interesse da sessão. Após o comentário, há uma prece dirigida aos irmãos desencarnados, cujos nomes foram colocados sobre a mesa. Neste trabalho poderão ocorrer psicografias e passes magnéticos.


GIRA DE IBÊJI: Sessão pública com a participação de entidades que são as crianças espirituais, com corrente e consultas. É o trabalho mais adequado à presença de crianças.


DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO: É uma sessão privativa de médiuns em iniciação, onde se aprende entrar em sintonia com a entidade espiritual.Antes da sessão prática, há uma preleção de interesse do grupo.


REUNIÃO INTERNA PARA REEQUILÍBRIO DE ENERGIAS: Sessão privativa do grupo mediúnico com rituais de ampla participação para a recuperação energética. O medium Umbandista trabalha em constante doação de energias, daí a necessidade de tal procedimento.

 

TODOS OS TRABALHOS REALIZADOS NA T.E.F.L. SÃO GRATUITOS.

 

Salvemos o Sete, em sete do sete
De fé, nós os filhos de Umbanda na Lei,
Cantando louvores a este avatar,
Sete Encruzilhadas, o Caboclo Rei !

 

O dia de hoje, é todo alegria,
Na Tenda de Oxóssi, Fraterna da Luz
De luz, canto e flores,
É nossa homenagem
Ao servo valioso do Meigo Jesus

 

Ao Pai pediremos e ao Meigo Jesus,
Em preces constantes aqui no Terreiro
Para que subas sempre,
A escada divina
E sejas louvado pelo mundo inteiro !

 

" SALVEMOS O SETE "

 

 

É uma casa com raiz e fundamento no culto da UMBANDA, tendo recebido instruções diretas do CABOCLO DAS SETE ENCRUZILHADAS, seu Mentor Espiritual.

Trabalha sob a égide de Oxalá com apoio das energias superiores de OXÓSSI e OXUM.

Tranca-Ruas das Almas é sua entidade guardiã, assessorada por outras do mesmo nível energético e responsáveis pela segurança dos trabalhos espirituais.

A Tenda Espírita Fraternidade da Luz, atende gratuita e fraternalmente a todos, independente de raça, religião e posição social, fundamentada na máxima crística de OXALÁ:

"Dar de Graça o que de Graça recebestes"

Subcategorias

" Atabaque não é porrada, Atabaque é jeito, e além disso Atabaque não é lugar de brincadeira"

 

OGAN

Palavra de origem Bantu que significa: Chefe. Tanto na Umbanda, quanto no Candomblé, este cargo é muito respeitado.

Dentro de um terreiro de Umbanda o Ogan é tal qual como o nome significa o chefe, aquele que vêm logo após a Mãe ou Pai no santo.

Os Ogans não têm incorporação (estado de transe), e assim sendo em todas as vezes que a Mãe de santo ou o Pai de santo estiverem incorporados, os demais médiuns devem respeitá-los, tal como respeitam seu pai ou mãe no santo.

O Ogan é os olhos do zelador, é a pessoa que observa e coordenar toda a parte ritualística do terreiro, para que tudo corra bem.

 


O Ogan ele tem o poder de quebrar um trabalho negativo! Por tanto o mesmo tem que sempre estar atento pois é ele quem irá junto com o zelador para administrar os trabalhos.

Se isso não acontecer não tem harmonia e não tendo harmonia a energia cai e todos ficam a mercê de energias negativas!

 


RESPONSABILIDADES DO OGAN



Ogan antes de tudo é ser responsável e sério dentro do ritual, SEM BRINCADEIRAS ATRÁS DOS ATABAQUES, cumprindo suas obrigações como Ogan da casa, seguindo os fundamentos da casa com extrema seriedade e atenção.

Para ser um Ogan não basta saber tocar os pontos a serem cantados, é preciso saber os momentos em que os pontos devem ser puxados e também saber o fundamento da casa.

Além disso, os Ogans devem estar sempre de roupas brancas, e com suas guias.

 

TIPOS DE OGAN


ALAGBÊ – O chefe dos tocadores de atabaques, os instrumentos de percussão.

 

OGÃ GIBONÃ – Zelador da casa de Exu, outro ogã de suma importância, pois seus conhecimentos ajudam na firmeza da casa.

 

OGÃ APONTADO – Pessoa apontada como possível candidato a Ogã. Equivalente ao Ogã suspenso.

 

OGÃ SUSPENSO – Pessoa escolhida por um Orixá para ser um Ogã, é chamado suspenso, por ter passado pela cerimônia onde é colocado em uma cadeira e suspenso pelos Ogãs da casa, significando que futuramente será confirmado e passará por todas as obrigações para ser um Ogã.

 

Há também outros Ogãs como Gaipé, Runsó, Gaitó, Arrow, Arrontodé.

 

No Candomblé Bantu os Ogans são classificados como:

 

Tata NGanga Lumbido – Ogan guardião das chaves da casa.

 

Kambondos – Ogans. Kambondos Kisaba ou Tata Kisaba – Ogan responsável pelas folhas.

 

Tata Kivanda – Ogan responsável pelas matanças, pelos sacrifícios animais (mesmo que axogun).

 

Tata Muloji – Ogan preparador dos encantamentos com as folhas e cabaças.Tata Mavambu – Ogan ou filho de santo que cuida da casa de Exu (de preferência homem, pois mulher não deve cuidar porque mulher menstrua)

 

Xicarangoma – O chefe dos tocadores de atabaques, os instrumentos de percussão

 


ATABAQUES

 

De origem africana, o atabaque é usado em quase todos rituais afro-brasileiro, típico do Candomblé e da Umbanda e de outros estilos relacionados e influenciados pela tradição africana. De uso tradicional na música ritual e religiosa, empregados para convocar os Jinkisi.

O atabaque na Umbanda não é apenas um instrumento que ali está para ajudar o ritual, mas sim um instrumento enraizado e abençoado pelas Entidades e Orixás, quem nele tocar, não basta apenas querer e saber tocar deve ter responsabilidades.

O atabaque maior tem o nome de RUM o segundo tem o nome de RUMPI e o menor tem o nome de LE.

Os atabaques no candomblé são objetos sagrados e renovam anualmente esse Axé. São usados unicamente nas dependências do terreiro, não saem para a rua como os que são usados nos Afoxés, estes são preparados exclusivamente para esse fim.

Os atabaques são encourados com os couros dos animais que são oferecidos aos Jinkisi, independente da cerimônia que é feita para consagração dos mesmos quando são comprados, o couro que veio da loja geralmente é descartado, só depois de passar pelos rituais é que poderá ser usado no terreiro.

Existem também outros tipos de componentes que se usa junto com os atabaques, por exemplo, o agogô, chocalho

O som é o condutor do Axé do Jinkisi, é o som do couro e da madeira vibrando que trazem os Jinkisi, são sinfonias africanas sem partitura.

Os atabaques do candomblé só podem ser tocados pelo Alagbê (nação Ketu), Xicarangoma (contração de Kuxika ria N’goma ou tocadores de atabaque – nações Angola e Congo)
e Huntó (nação Jeje) que é o responsável pelo RUM (o atabaque maior), e pelos ogans nos atabaques menores sob o seu comando, é o Alagbê que começa o toque e é através do seu desempenho no RUM que o Jinkisi vai executar sua coreografia, de caça, de guerra, sempre acompanhando o floreio do Rum.

Os atabaques são chamados de Ilú na nação Ketu, e N’goma na nação Angola, mas todas as nações adotaram esses nomes Rum, Rumpi e Le para os atabaques,
apesar de ser denominação Jeje.

Enfim, Os jingoma (plural de Ngoma) ou Atabaques ou Ilús, como vimos são objetos sagrados, e com a capacidade de com seus toques e vibrações, convocar o N’kisi, Vodum ou Orixá a terra.

É importante saber que os atabaques devem e merecem ser tratados com o máximo de respeito pois não se trata de um simples instrumento não podendo ser tocados jamais por pessoas não autorizadas.

Deve saber que ao colocar as mãos diante deste fundamento, deve-se ter muita seriedade e dignidade, pois, tudo que é Abençoado pelas Entidades torna-se indispensável na Umbanda e assim acontece com os atabaques.


TIPOS DE TOQUE



Hamunha ou Avamunha : Toque que servem para saída e recolhimento de filhos e orixás.

 


Adarrum ou Adahun : Toque que serve para chamar orixás

 


Opanijé : Toque para o Orixá Obaluayê

 


Alujá : Toque para o Orixá Xangô

 


Ijexá : Toque para o Orixá Oxum

 


Ilú ou Ylú : Toque para o Orixá Oyá

 


Agueré : Toque para o Orixá Oxóssi

 


Igbin : Toque para o Orixá Oxalá

 


Batá : Toque para o Orixá Oxalá

 


Bravun : Toque para o Orixá Oxumarê

 


Sató : Toque para o Orixá Nanã

 


 

Barravento : Toque de Angola e Congo

 


Congo de Ouro : Toque de Angola e Congo

 


Muzenza : Toque de Angola e Congo

 


Cabula : Toque de Angola e Congo